Golpes: cuidado com os estelionatários
1) O empresário A.D.N. foi a uma danceteria em São Paulo á noite. Por volta das 2h30 resolveu ir embora e solicitou a conta. O gentil garçom rapidamente trouxe a conta apontando despesa de R$110,00. O empresário conferiu a despesa e apos verificar que o valor estava correto tirou da carteira seu cartão de crédito para efetuar o pagamento. Em poucos minutos o garçom retornou com seu cartão e A.D.N. assinou o comprovante de pagamento (boleto). No final do mês, após o débito automático de sua fatura do cartão de crédito o empresário resolveu conferir as despesas mensais, momento em que notou um gasto no valor de R$1100,00 que não se recordava. Ao ligar para o serviço de atendimento ao cliente de seu cartão de crédito, veio, a saber, que tal gasto havia sido efetuado em uma danceteria no começo do mês. A.D.N. correu para seu escritório conferir o boleto que havia assinado na casa noturna e percebeu que foi colocado o valor de R$1100,00 e não R$110,00 referente à despesa. O empresário refletiu sobre o ocorrido e lembrou-se que ao assinar o boleto na danceteria não conferiu o valor, pois havia ingerido bebida alcoólica e também pelo fato de o ambiente ter pouca luminosidade. A vítima teve que amargar esse prejuízo. 2) Outro golpe que o amigo leitor deve tomar cuidado, ocorreu com a recepcionista M.B.S. Em um final de semana ela resolveu levar suas duas filhas para almoçar em um restaurante tipo rodízio. Ao término da refeição ela solicitou a conta e após conferi-la deu como forma de pagamento seu cartão de crédito. O garçom demorou um pouco, devido ao grande movimento no restaurante. A recepcionista já estava ansiosa para ir embora, quando chegou o garçom com o boleto para ser assinado. Rapidamente M.B.S. confere o valor, oferta sua assinatura e guarda seu cartão de crédito na carteira. No dia seguinte, pela manhã, a caminho do serviço, a recepcionista para seu veículo em um posto de gasolina para encher o tanque. Ela fornece ao frentista seu cartão de crédito para pagamento das despesas. Ocorre que, no momento em que o funcionário passa o cartão de crédito na máquina registradora, constata que tal cartão apresenta registro de furto. A indignada cliente alega que não teve seu cartão subtraído, mas ao analisá-lo com cuidado, nota que aquele cartão não era seu e sim de outra mulher. O caso foi levado a uma delegacia de polícia, onde a Autoridade Policial explicou que a recepcionista fora vítima do “golpe da troca de cartão”, ou seja, ao realizar uma despesa anterior a do posto de gasolina, foi entregue a cliente um cartão de crédito furtado. Foi nesse instante que M.B.S. recordou que no dia anterior havia ido a um rodízio e quando recebeu seu cartão de crédito do garçom (que na verdade era um estelionatário) em razão da pressa, não verificou se tal cartão era o de sua propriedade. Fique muito atento ao realizar compras com seus cartões de crédito e de banco para não passar de cliente a vítima em questão de segundos.
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